Assessoria em Casamentos

Porque a felicidade se mede em sorrisos, abraços, beijos e até lágrimas. Se mede em amor.

Paris em 7 passos.

Paris sempre foi conhecida como cidade-luz. E, muitas crises depois, ainda é assim! E será assim pra sempre! Por isso mesmo, o Pra Sempre Noiva organizou um breve guia para você e seu eterno amor descobrirem juntinhos a capital francesa. Trajetos que vocês poderão fazer a pé ou usando o excelente serviço de metrô que cobre toda a capital francesa.

PRA TURISTA
Casais apaixonados sonham com uma lua-de-mel em que todos os lugares sejam exclusivos para eles. Em Paris, desistam! A Cidade-Luz é de todos e tudo por lá parece programa de turista. Sete dias por semana e em qualquer horário, alguns pontos estarão coalhados de gente numa verdadeira Babel. Portanto, se o casal pretende encarar os indefectíveis pontos turísticos, preparem-se para filas e multidões.

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A melhor e mais bonita maneira de chegar à Torre Eiffel é de metrô, pela estação Trocadéro, atrás do Palácio de Chaillot. Dali, você terá a mais bela vista da Torre, precedida pelos vastos jardins (de dia com suas fontes ligadas). Caminhar até esta construção do final do século XIX é sempre um prazer, você vai cruzar o rio Sena e poderá escolher entre subir na Torre ou fazer um passeio de barco. Seja dia ou noite, cada caso terá seu charme.

Ao final, volte ao ponto por onde começou e suba a Avenida D’Iena. Em suas imediações, verá vitrines de grifes famosas até chegar à Champs Elisées onde estará aos pés do popular Arco do Triunfo (o mais famoso deles).

Dali pra baixo, todo santo ajuda. Desça a avenida mais famosa do mundo sentido Place de La Concorde, onde está outro monumento importante – o obelisco egípcio com mais de 3 mil anos. Ali por perto, você pode escolher vários caminhos, mas não deixe de conhecer a mais bela de todas as pontes de Paris: a Alexandre III.

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Um programa romântico que todo casal em lua de mel não pode deixar de fazer é o jantar à luz de velas no Bateau-Mouche. O passeio pelo Sena à noite mostra os principais pontos turísticos da cidade ricamente iluminados e pode custar até R$ 1.200,00 com jantar, vinho e champanhe incluídos.

PRA VER DE JOELHOS
Toda cidade tem sempre muitos templos e Paris não fica atrás. Várias igrejas merecem ser vistas, mas numa primeira visita (sim, vocês voltarão a Paris outras vezes!), escolham duas: Sacré-Coeur, e Notre Dame. E, claro, aproveite para vasculhar seus entornos.

Em Montmartre fica a Basílica do Sagrado Coração (Sacré-Coeur), toda branca e com sua imensa escadaria, sempre cheia de gente e artistas populares. Nos dias quentes é impossível conseguir espaço para observar a bela vista que o alto do monte oferece – de lá se vê toda Paris. Suas imediações, associadas à arte há mais de 200 anos, oferecem boas galerias, alguns restaurantes acolhedores, além de bares e cafés – e muitos artistas de rua. Muito romântico será descer da basílica de funiculaire e dar uns rodopios no já tradicional carrossel aos pés da basílica. Daí para baixo, um vasto comércio popular se espalha por ruas e vielas – praticamente uma 25 de março, com boas pechinchas.

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A Notre Dame fica numa pequena ilha do rio Sena, a Ile de La Cité. Trata-se de uma imponente representante da arquitetura gótica, cuja pedra fundamental data do séc. XII, e nenhum outro monumento está tão ligado à história da cidade quanto ela – foi ali que Paris nasceu. Descubra a programação cultural e, se puderem, voltem para um concerto de música na catedral – très chic!

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Ali, você estará perto do tradicional mercado de flores, poderá visitar os pequenos quiosques que vendem antiguidades e quinquilharias da margem esquerda do rio e ainda dar uma esticadinha até o Quartier Latin, Saint-Germain des Prés, Marais ou Les Halles – quatro regiões obrigatórias da cidade.

PRA ENCHER OS OLHOS
Sabe aquela história de que Salvador tem uma igreja para cada dia do ano. Pois é, Paris tem um museu para cada dia. Impossível visitar todos, nem os franceses conseguem. A cidade é movida a arte e possui alguns dos acervos mais impressionantes do mundo. Dos muitos obrigatórios, destacamos três: o Louvre, o Beaubourg e o D’Orsay.

Se vocês leram o livro ou viram o filme, podem imaginar que “O Código Da Vinci” não exagerou no quão grandioso é o Museu do Louvre. Trata-se de uma sucessão de palácios reais que deram origem a um gigantesco museu de arte antiga, medieval e renascentista (em sua maioria).  Ele tem várias entradas: nos dias de sol, o melhor é a imensa pirâmide de vidro que fica no pátio externo central; nos dias frios, entrem pelo subsolo, diretamente do metrô. Ao chegarem, tracem seu itinerário e abusem da objetividade, do contrário, poderão se cansar antes mesmo de verem o que desejam. Se o foco são as obviedades – Mona Lisa, Vênus de Milo ou a Vitória da Samotrácia – corram direto ao ponto, mas saibam que todo mundo estará lá pra vê-las também.

Do lado de fora, o melhor mesmo é passear pelos jardins do museu (Tuilleries) que se estendem até a Place de La Concorde ou tomar o lado oposto e ir até o Forum des Halles – antigo mercado de rua transformado em centro comercial – para umas comprinhas rápidas.

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Nessa região, fica o Centre Georges Pompidou – carinhosamente chamado de Beaubourg.  Mais que um museu – apesar do enorme acervo de arte moderna e contemporânea – é um estimulante centro cultural, com vários andares e galerias, cinemas, biblioteca, videoteca e tudo que sua sede de cultura sonhar.  Em frente, sempre há artistas performáticos de rua e ao lado, o já tradicional e bem charmoso Café Beaubourg, onde, com sorte, se pode trombar com uma celebridade. Fuja das lojinhas de souvenir em frente, mas não deixe de conhecer a Praça Igor Stravinsky, com sua fonte criada pela artista plástica Niki de Saint Phalle, bem ao lado do Beaubourg.

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Nosso terceiro museu fica numa região deliciosa, Saint Germain des Prés. É o D’Orsay: uma estação de trem desativada e transformada em museu para abrigar o imenso acervo francês de arte do século XIX. Isso quer dizer que, se vocês têm loucura por ver de perto um Toulouse Lautrec ou um Van Gogh, é pra lá que devem correr. Perca quanto tempo puder por suas salas e galerias. Ao sair, a pedida é se embrenhar pelo quartier e tomar um café nos emblemáticos Flore e Deux Magots (cafés que abrigaram artistas e pensadores do século passado), perfeitos para ver e serem vistos nas disputadas mesinhas da calçada.

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PRA NÃO PENSAR
Paris é uma cidade que nos absorve a cada esquina. É história pulsante, viva. Apesar de ser estimulante, é algumas vezes cansativa. Quando ficarem assim, fujam para um dos muitos jardins e parques da cidade. Dois deles são o Luxembourg e o Buttes Chaumont.

O primeiro fica no coração de Saint Germain de Prés e possui recantos inesquecíveis. O segundo, mais perto de Montmarte, fica fora do bochicho e é uma boa opção para quem quer conhecer a vida longe da agitação da cidade – aproveite por lá e conheça o Parc de La Villette, onde ficam as Cidades da Ciência e da Música. Ainda fora do centro, você pode conhecer o Bois de Boulogne (lindo!) que ficou famoso por sua prostituição noturna.

Outra indicação fora da cidade é o Palácio de Versailles, cujos jardins já valem a visita. Fica a 40 minutos de Paris (de trem) e guarda verdadeiros tesouros. A visita é um pouco tumultuada, especialmente quando você pega pelo caminho um daqueles grupos de turistas apressados, mas, do lado de fora, tudo é mais tranqüilo e a vista parece não ter fim.

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PRA CAIR DE BOCA
Comer e beber é sempre o melhor de uma viagem. Mas pode também ser um verdadeiro martírio. Se você é do tipo que tem muitas restrições alimentares, desde as pessoais até as médicas, tome algumas precauções: mantenha-se atento aos menus, peça explicações, solicite cardápios em outras línguas (inglês e espanhol são fáceis de obter).

A cidade tem restaurantes, bistrôs e cafés (que também servem almoços rápidos) para todos os gostos e bolsos, procure conhecer de tudo. Se estiver com dinheiro curto, beba a água e o vinho da casa e dispense os couverts.

Outra solução para quem tem pouca grana é comer na rua: crepes e kebabs são dicas saborosas, porém pouco saudáveis – não exagere. Na terra dos queijos e vinhos, freqüente com moderação as populares boulangeries, onde poderá se deliciar com croissants, pains raisins e chocolat (pães folhados com passas ou chocolate).

O melhor é guardar o estômago para a tradicional pâtisserie française. Instituída pela austríaca Maria Antonieta, ela deixa marcas por toda a cidade. Alguns clássicos são as tortas de maçã e de limão, e os populares macarrons – os melhores deles são da marca Ladurée.

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PRA DESCOBRIR
A menos que o dia esteja insuportavelmente frio ou chuvoso (o que acontece no outono e no inverno), o melhor de Paris é conhecê-la andando. Para ela, um sapatinho baixo. Para ele, tênis confortáveis. De posse do seu kit de necessidades na mochila e guia debaixo do braço, é só sair batendo perna. E se vocês forem do tipo atlético, aproveitem para pegar uma das bicicletas (vélos) de aluguel pelas ruas da cidade.

Já disseram – e é verdade – que Paris é um museu a céu aberto. E o melhor: com cantos e recantos, jardins e praças, monumentos e lojas de todos os tipos. Sempre que puder, permita-se descobrir algo não planejado. Nossa dica é caminhar às margens do Sena o mais que puder, entrando por uma ponte e saindo por outra, parando para um café ou um crepe.

O ideal é tirar um dia de caminhadas para compras e visitar as famosas Printemps e Galleries Laffayette. Mesmo que vocês não comprem nada, valeu o passeio. Uma dica: as lojas ficam ao lado da Ópera de Paris e perto de muitos teatros.

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PRA CURTIR
Estatísticas provam que Paris tem, em média. 300 espetáculos por semana. O Para Sempre Noiva não conferiu, mas já que é assim e se vocês curtem shows ou teatro, compre um guia de programação ou visite desde já alguns sites especializados. Podem ser o Pariscope ou o Nouvelle Observateur. Ambos trazem as programações da cidade para a semana toda. Comprem os ingressos pela internet ou lá mesmo em qualquer loja Fnac.

No quesito show de turista, você poderá escolher entre os famosos Lido, Moulin Rouge ou Follies Bergères – todos para gringo nenhum botar defeito. Uma opção mais cult é a Commedie Française, que sempre tem peças de Molière, Shakespeare ou Genet em montagens bastante tradicionais. Há grupos modernos em teatros pequenos e grandes espetáculos e shows de música como Stomp ou Rei Leão. Fica a dica: só vá ao teatro se você entender bem a língua.

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Já a vida noturna segue algumas regras diferentes. Nada começa muito tarde durante a semana e algumas casas (especialmente as que não possuem isolamento acústico) fecham cedo. À noite, a dica é se jogar em Montmartre ou pelo Marais. É onde ficam os bares, restaurantes, cafés e boates da cidade.

Para saber mais, faça uma pesquisa nos vários sites sobre a Paris. Eles possuem dicas para casais à procura do que a cidade-luz tem de melhor para se viver ao lado de um eterno amor!

fotos: acervo gerson steves, fabriceinfo, dreamstorm, aviewoncities, wikipedia, journeymat.

SOBRE NOSSO COLUNISTA

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Envie um e-mail para perguntas@prasemprenoivas.com que responderemos em breve.

Sobre prasemprenoiva

Depois de 10 anos dedicados à produção de eventos, Samara Teixeira coloca à disposição dos casais que assessora sua experiência em atendimento, coordenação e produção de projetos personalizados e exclusivos. Atualmente na ponte São Paulo-Miami, ela traz para as noivas brasileiras as tendências internacionais aliadas a um expertise único. E, ao mesmo tempo, leva o tempero do Brasil para seus clientes no exterior.

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Publicado às 2 de outubro de 2013 por em Com o pé na ESTRADA e marcado , , , , .
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